quinta-feira, 10 de março de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Bancos de Pet
A quantidade de embalagens presentes no cotidiano, seja nas prateleiras, nos cestos de lixo ou descartada de forma descuidada é um tema central no debate sobre questões ambientais, econômicas e também sociais.
A Iandé trabalha com a Pedagogia dos 3 R´s onde o primeiro passo para enfrentarmos a problemática dos resíduos é Reduzir o nosso consumo e o desperdício de materiais e embalagens. O segundo e não menos importante é Reutilizar sempre que possível os materiais e as embalagens que consumimos. E por último podemos Reciclar o que não conseguimos reduzir e que também não pudemos reutilizar.
Neste sentido, temos elaborado bancos feitos de garrafas PET, uma proposta que trabalha na linha do segundo R, onde as garrafas que iriam direto para a reciclagem (processo industrial que consome recursos naturais e gera resíduos também) aumentaram sua vida útil, e de forma criativa e funcional são incorporadas no dia a dia de pessoas e instituições, acumulando diversas vantagens aos seus proprietários.
E ainda acompanham os bancos um lindo material educativo (fazine), com dicas e informações.
Simples assim!
A Iandé trabalha com a Pedagogia dos 3 R´s onde o primeiro passo para enfrentarmos a problemática dos resíduos é Reduzir o nosso consumo e o desperdício de materiais e embalagens. O segundo e não menos importante é Reutilizar sempre que possível os materiais e as embalagens que consumimos. E por último podemos Reciclar o que não conseguimos reduzir e que também não pudemos reutilizar.
Neste sentido, temos elaborado bancos feitos de garrafas PET, uma proposta que trabalha na linha do segundo R, onde as garrafas que iriam direto para a reciclagem (processo industrial que consome recursos naturais e gera resíduos também) aumentaram sua vida útil, e de forma criativa e funcional são incorporadas no dia a dia de pessoas e instituições, acumulando diversas vantagens aos seus proprietários.
| As garrafas foram compradas na Cooperativa Reciclador Solidário de Piracicaba |
| O tecido do acabamento é proveniente de roupas usadas adquiridas no Lar Betel de Piracicaba. |
| O acabamento foi desenhado e confeccionado pela artista local Pati Maria. |
E ainda acompanham os bancos um lindo material educativo (fazine), com dicas e informações.
Simples assim!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O produto realmente sustentável
artigo de Efraim Rodrigues
[EcoDebate] Quando ouço sobre “produtos sustentáveis”, me lembro do Alfeu, um amigo agricultor orgânico que montou uma barraca na feirinha dos produtores no centro de Londrina, com uma grande placa PRODUTOS ORGÂNICOS. Fez sucesso, vendeu tudo e na semana seguinte seus colegas todos tinham uma placa igual.
Todos querem seu produto mais atraente para o consumidor, e uma balela freqüente é chamá-lo de sustentável, ecológico, verde, orgânico, natural, ou ambiental.
O paraíso da balela verde são as camisetas e calças jeans, produtos voltados para o público mais jovem e freqüentemente menos atento (os mais velhos são mais atentos mas também menos dispostos).
Você pode comprar uma camiseta colorida de verde com uma árvore estampada, mas o fato é que para produzi-la gasta-se 150 g de agrotóxico e 2700 l de água. O primeiro dado é da Universidade de Cornell e o segundo é da ONG Waterfootprint. E o algodão orgânico ? Ele custa caro e as pessoas não gostam porque a fibra não é tão macia.
Só os lunáticos acham que o mercado deseja produtos ambientais. A linha Eco da Levi’s foi cancelada e o New York Times publicou artigo em janeiro mostrando que a recessão acabou com o mercado verde de roupas. O recado não é novidade; As pessoas só querem salvar o planeta depois que a própria pele esteja salva, esquecendo que a pele de todos depende do planeta.
Uma iniciativa promissora é o Better Cotton Initiative, uma organização composta por algumas das marcas internacionais de roupas para usar técnicas melhores de plantio de algodão. Algo como “vamos estimular os plantadores de algodão a fazer o que é ensinado a qualquer estudante de agronomia”. Note que há tantos plantadores de algodão com práticas minimamente razoáveis que eles nem tentaram escolher. Eles não enchem um micrônibus. A regra neste meio são um grande número de aplicações de agrotóxico, antes mesmo que haja evidência de pragas. É mais fácil aplicar de uma vez que ficar avaliando pragas.
Não espere que a Better Cotton Initiave, o pouco algodão orgânico ou até mesmo as camisetas feitas de garrafas PET resolvam o problema. Estas, então são particularmente indulgentes ao atribuir algo de bom às 565.000 T de PET que o Brasil consumiu em 2010.
Não há produto ambientalmente correto. O único produto realmente correto é aquele que você não comprou. Qualquer outro gastou água, agrotóxicos, queimou combustível ou extinguiu espécies
Se o produto já chegou na prateleira da loja, o impacto já ocorreu, que adianta não comprá-lo ? O comércio anda a base de substituição. Se você não tirar a camiseta da prateleira, outra não entrará no lugar. Isto é que é ambientalmente correto.
Efraim Rodrigues, Ph.D. (efraim{at}efraim.com.br), colunista do EcoDebate, é Doutor pela Universidade de Harvard, Professor Associado de Recursos Naturais da Universidade Estadual de Londrina, consultor do programa FODEPAL da FAO-ONU, autor dos livros Biologia da Conservação e Histórias Impublicáveis sobre trabalhos acadêmicos e seus autores. Também ajuda escolas do Vale do Paraíba-SP, Brasília-DF, Curitiba e Londrina-PR a transformar lixo de cozinha em adubo orgânico e a coletar água da chuva
EcoDebate, 25/01/2011
[EcoDebate] Quando ouço sobre “produtos sustentáveis”, me lembro do Alfeu, um amigo agricultor orgânico que montou uma barraca na feirinha dos produtores no centro de Londrina, com uma grande placa PRODUTOS ORGÂNICOS. Fez sucesso, vendeu tudo e na semana seguinte seus colegas todos tinham uma placa igual.
Todos querem seu produto mais atraente para o consumidor, e uma balela freqüente é chamá-lo de sustentável, ecológico, verde, orgânico, natural, ou ambiental.
O paraíso da balela verde são as camisetas e calças jeans, produtos voltados para o público mais jovem e freqüentemente menos atento (os mais velhos são mais atentos mas também menos dispostos).
Você pode comprar uma camiseta colorida de verde com uma árvore estampada, mas o fato é que para produzi-la gasta-se 150 g de agrotóxico e 2700 l de água. O primeiro dado é da Universidade de Cornell e o segundo é da ONG Waterfootprint. E o algodão orgânico ? Ele custa caro e as pessoas não gostam porque a fibra não é tão macia.
Só os lunáticos acham que o mercado deseja produtos ambientais. A linha Eco da Levi’s foi cancelada e o New York Times publicou artigo em janeiro mostrando que a recessão acabou com o mercado verde de roupas. O recado não é novidade; As pessoas só querem salvar o planeta depois que a própria pele esteja salva, esquecendo que a pele de todos depende do planeta.
Uma iniciativa promissora é o Better Cotton Initiative, uma organização composta por algumas das marcas internacionais de roupas para usar técnicas melhores de plantio de algodão. Algo como “vamos estimular os plantadores de algodão a fazer o que é ensinado a qualquer estudante de agronomia”. Note que há tantos plantadores de algodão com práticas minimamente razoáveis que eles nem tentaram escolher. Eles não enchem um micrônibus. A regra neste meio são um grande número de aplicações de agrotóxico, antes mesmo que haja evidência de pragas. É mais fácil aplicar de uma vez que ficar avaliando pragas.
Não espere que a Better Cotton Initiave, o pouco algodão orgânico ou até mesmo as camisetas feitas de garrafas PET resolvam o problema. Estas, então são particularmente indulgentes ao atribuir algo de bom às 565.000 T de PET que o Brasil consumiu em 2010.
Não há produto ambientalmente correto. O único produto realmente correto é aquele que você não comprou. Qualquer outro gastou água, agrotóxicos, queimou combustível ou extinguiu espécies
Se o produto já chegou na prateleira da loja, o impacto já ocorreu, que adianta não comprá-lo ? O comércio anda a base de substituição. Se você não tirar a camiseta da prateleira, outra não entrará no lugar. Isto é que é ambientalmente correto.
Efraim Rodrigues, Ph.D. (efraim{at}efraim.com.br), colunista do EcoDebate, é Doutor pela Universidade de Harvard, Professor Associado de Recursos Naturais da Universidade Estadual de Londrina, consultor do programa FODEPAL da FAO-ONU, autor dos livros Biologia da Conservação e Histórias Impublicáveis sobre trabalhos acadêmicos e seus autores. Também ajuda escolas do Vale do Paraíba-SP, Brasília-DF, Curitiba e Londrina-PR a transformar lixo de cozinha em adubo orgânico e a coletar água da chuva
EcoDebate, 25/01/2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Mutirão de pintura com tinta de terra no Centro Comunitário do Eldorado (Piracicaba).
Neste dia demonstraremos como produzir tinta de terra, utilizando materiais
de baixo custo, ecológicos e sem riscos para a saúde.
A tinta feita a partir de terra já é conhecida a muito tempo, e vem sendo
testada por universidades e centros de referência na temática ambiental.
Venha conhecer esta técnica, trocar conhecimentos e experiências.
Uma nova sociedade será construída com base em conhecimentos e em ações
coletivas de transformação, venha participar, somar na pintura e dividir na
celebração (xurrasco).
Quando: Dia 04.12 (sábado) das 8:30- 16:30
Onde: avenida Romeu ítalo ripoli, 620 eldorado, em frente ao varejão (próximo à UNIMEP)
Quem: Qualquer pessoa com disposição, crianças, jovens, adultos e melhor idade.
Como: Gratuito, traga chapéu e roupa leve que possa sujar e itens para o xurrasco.
Dúvidas: Cristiano 97548669/ 30425333 ou Gentil 88086555
Apoio: Comercial Por do Sol- Materiais para Construção f.34243971
de baixo custo, ecológicos e sem riscos para a saúde.
A tinta feita a partir de terra já é conhecida a muito tempo, e vem sendo
testada por universidades e centros de referência na temática ambiental.
Venha conhecer esta técnica, trocar conhecimentos e experiências.
Uma nova sociedade será construída com base em conhecimentos e em ações
coletivas de transformação, venha participar, somar na pintura e dividir na
celebração (xurrasco).
Quando: Dia 04.12 (sábado) das 8:30- 16:30
Onde: avenida Romeu ítalo ripoli, 620 eldorado, em frente ao varejão (próximo à UNIMEP)
Quem: Qualquer pessoa com disposição, crianças, jovens, adultos e melhor idade.
Como: Gratuito, traga chapéu e roupa leve que possa sujar e itens para o xurrasco.
Dúvidas: Cristiano 97548669/ 30425333 ou Gentil 88086555
Apoio: Comercial Por do Sol- Materiais para Construção f.34243971
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Oficina de Horta Urbana no INSS de Piracicaba
No dia 30 de Novembro participamos da IV Semana de Saúde, Qualidade de Vida e Responsabilidade Socioambiental da Previdência Social de Piracicaba.
Conversamos sobre os cuidados básicos na montagem do vaso.
Sobre os cuidado na escolha e propagação das plantas.
Sobre o local, as necessidades de luz, água e localização da horta em casa
Com uma pequena pausa no trabalho, materiais simples, plantas selecionadas com carinho e disposição foi possível transformar as palavras "qualidade de vida" em produção doméstica de alimentos, tempeiros, chás e flores que dia a dia colaborarão para uma vida mais saudável, saborosa, colorida, cheirosa e viva.
Realizamos uma oficina sobre horta urbana, onde todos puderam por a mão na terra, discutir os benefícios do cultivo de plantas para a qualidade de vida e selecionar plantas de seu interesse para colocar nos vasos feitos de garrafas PET, de bacias e floreiras.
Conversamos sobre os cuidados básicos na montagem do vaso.
Sobre os cuidado na escolha e propagação das plantas.
Sobre o local, as necessidades de luz, água e localização da horta em casa
Com uma pequena pausa no trabalho, materiais simples, plantas selecionadas com carinho e disposição foi possível transformar as palavras "qualidade de vida" em produção doméstica de alimentos, tempeiros, chás e flores que dia a dia colaborarão para uma vida mais saudável, saborosa, colorida, cheirosa e viva.
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